O menor estado do Brasil, pouco explorado turisticamente, atrai pelos preços baixos dos pacotes até durante a alta temporada. Tá certo: as águas verdes de toda a região nem sempre mantêm a coloração neste estado, afinal o Rio São Francisco deságua duas horas ao norte da capital, Aracaju, deixando a água marrom. Mas, se o mar não tem o azul do da Bahia, o Sergipe tem suas compensações.
Para começar, Aracaju é uma cidade animadíssima, com orla toda arrumada, com direito a calçadão e os bares e restaurantes da Passarela do Caranguejo. Aracaju também é o ponto de partida para passeios de ecoturismo e turismo fluvial no estado. Há várias opções, como navegar pelo Rio Sergipe (que margeia manguezais), visitar a foz do São Francisco (a duas horas de distância da capital) ou ainda conhecer o cenário de cânions do mesmo rio em Canindé do São Francisco, quase na divisa com o sertão baiano. Mas atenção: para chegar lá, são três horas de ida e três de volta. Para amenizar o passeio, uma idéia é passar a noite em Canindé.
Outro programa é seguir o Rio Real até Mangue Seco. Ou ainda visitar as cidades históricas de São Cristóvão e Laranjeiras, que estão entre as mais antigas do país e ficam a menos de 30 quilômetros da capital. Se a viagem acontecer no período das festas de São João, vale seguir até Estância, 80 quilômetros ao sul, onde a Salva de São João abre as comemorações.