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Direto do Rio de Janeiro

Bruno Agostini
O carioca e flamenguista Bruno Agostini desenvolveu uma verdadeira compulsão por viagens. Hoje, viaja o país atrás de festas religiosas, procissões, missas e ladainhas. Gosta de fotografar o povo. E quer experimentar o que os nativos estão habituados. É capaz de mandar para dentro animais estranhos, repugnantes até, apenas por representarem a gastronomia de algum lugar.

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O Terzettinho abre as portas em Ipanema

Bruno Agostini - 12/10/2008

Fui acompanhando as obras desde o início. E, na terça, passei na porta e vi tudo pronto para a abertura. No dia seguinte, voltando pra casa à noite, passei lá para conferir. O Terzetto Café, na esquina da rua jangedeiros com a Visconde de Pirajá, já estava mesmo funcionando. “Ficamos abertos até às 23h”, me informou a caixa. Passeio pelas vitrines: franguinho assado recheado com farofa de passas e cenoura, paleta de cordeiro e leitão assados, batata rosti, salgadinhos (eu quero o pastel de forno de pato), uma terrine de vitela de enlouquecer, sanduichinhos na ciabatta, lasanha à bolonhesa, foccacias diversas e pães, muitos pães: de gergelim negro, de semente de papoula, de parmesão... Os vinhos são da World Wine, com os mesmo preços de catálogo. O capítulo doces tem brigadeiro para comer de colher, tortas, tiramusú, pastel de Belém e outras coisinhas assim. Há ainda geléias e aceto balsâmico com assinatura Terzetto. Trouxe para casa uns pães, a terrine de vitela e bruschetas de tomate.

            Hoje fui tomar café lá. Sentei-me na varandinha agradável, apesar de estar diante da obra do metrô da Praça General Osório. O café custa R$ 19 e serve bem duas pessoas, que podem pedir um café e um suco por fora: tem pães diversos, manteiga, requeijão, geléias, mamão, queijos, presunto e salaminho.

            O cardápio é tentador. Além das coisinhas expostas no balcão, a cozinha prepara saladas, petiscos, massas e sanduíches, com preços bem interessantes. As massas custam pouco mais de R$ 20. Tem até hambúrguer de kobe beef, a R$ 24 (acho – estava sem bloquinho). Dá vontade percorrer o cardápio todo. Ótimo para quem não pode ir ao Terzetto sempre por falta de capital. Já virei freguês. 


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Um Domenico Legal

Bruno Agostini - 08/10/2008



Eu me lembro que suspirei de alegria quando soube que o La Mole do Leblon, o original, episódio que deu origem à série, passaria por reformas para subir alguns degraus na escala da qualidade. Primeiro endereço desta carioquíssima rede de casas italianas, o La Mole do Leblon é um emblema da cozinha carioca. Pode parecer mentira, mas havia um tempo em que o La Mole representava a alta gastronomia do Rio. Famílias apreciadoras da boa mesa se reuniam nas muitas lojas do grupo para devorar carnes e massas. O tempo passou, as importações (azeites, massas, arbórios, carnarolis, vinhos)  ficaram mais fáceis, nossas fazendas sofisticaram os seus produtos (aspargos frescos, cogumelos, endívias, rúculas, patos, foies, escargots, queijos, ostras), mas o La Mole continuou sendo o que era - e não vai aí nenhuma crítica. Num momento em que abriam restaurantes chiques na cidade, os preços subiam na mesma proporção. E o resultado, naturalmente, nem sempre era satisfatório. O La Mole não mudou, continuava sendo um porto seguro. Os pratos eram sempre do mesmo jeito, com raras alterações de endereço, dia e lugar - como é até hoje. Muitos que embarcaram na onda da “alta gastronomia” ficaram pelo caminho e fecharam as portas. Mas o La Mole, não. Se mantinha a nutrir as famílias com os mesmos pratos de sempre: o escalopinho à piamontesa, a lasanha à bolonhesa e o couvert mais famoso do Rio, ainda que haja muitos  (dezenas, certamente, centenas, talvez)  melhores que ele na cidade. E manteve a sua expansão, abrindo uns fast-foods (La Mole Piccolo ou Express, ou coisa triste assim) que realmente nada me agradam.
 Então, quando soube que o La Mole do Leblon fecharia as portas para dar lugar a uma cozinha melhor, fiquei feliz por um lado, por  ver esta querida rede de restaurantes acompanhar a melhora do cenário gastronômico carioca, e triste por outro, porque deixaria de existir o La Mole mais próximo de mim, ainda que eu não fosse nele - e, para piorar, era o primeiro endereço deles.
 Com este aperto no coração simultâneo à alegria fui lá conferir o Domenico. Estava animado, lera há pouco crônicas positivas sobre o lugar. Logo de cara, fiquei muito contente ao constatar que, ao lado do Domenico, ainda funcionava um La Mole. Ou seja, eles apenas dividiram a casa. Numa metade, o cardápio de sempre, com risotos sem arbório nem grana padano, massas caseiras com farinhas comuns e recheios simples, receitas antigas, enfim, aquilo tudo o que estamos carecas de saber. Na outra metade, o Domenico, com ambiente mais bonitão (madeiras claras, uns espelhos, revestimentos de couro branco, fotos em PB, retoques modernistas, metais, um deque sobra a calçada da Dias Ferreira e uma linda adega) e cardápio mais elaborado, com assinatura de chef e tudo: Tulio Colonese.
 Os pães do couvert não eram ruins. Mas também nada que deixe saudades. Se estivessem quentes,  talvez. Uma manteiginha se lambuzou sobre as fatias enquanto eu elegia as coisas. O bom disso é que esta diversão para a boca não é cobrada. A carta de vinho apresenta bons rótulos em taça, a preços justos. E o cardápio (enxuto) é como se deve numa casa italiana: antepasto, primeiro e segundo prato. Eu fui em dois, o primeiro e o terceiro. Comecei com uma salada de lula com feijões e bochechas (um tipo de bacon muito mais gostoso e delicado, com mais carne que gordura) de porco acompanhada de um taça de espumante. Muito bom o prato: leve, gostoso, bem feito, harmônico, macio, com umas folhinhas no meio e um delicado pesto dando uma moral ao conjunto. Em seguida, pedi algo mais complicado. Uma galinha d’angola com purê de alho poró trufado e molho de laranja. Veio legal, viu? Ave  preparada com competência, mantendo uma casquinha tostada e uma carne tenra. E muito interessante o purê de poró (acho linda esta aliteração), com uns fragmentos de trufas (que eram, naturalmente, de quinta, mas faziam boa figuração). Ao contrário da Constance, pulei a sobremesa. Só para voltar outra vez e provar o “baccalá grigliato al vino bianco e finocchi allo zafferano”, ou seja: lombo de bacalhau grelhado com mini funcho ao açafrão, alho caramelado e azeitonas pretas e outras coisas que me apteceram como o gnudi di ricotta di pecora su vellutata di piselli al lardo di colonnata (ou seja: nhoque de ricota de ovelha sobre creme de ervilhas e colonnata). Sim, o cardápio traz muita coisa legal.
 E, por fim, nem sei porque não falei nisso antes. O nome do restaurante é um homenagem ao fundador do grupo, Domenico. Legal, né?
 
E assim mesmo, abruptamente, terminamos a crônica.
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Santa Teresa: o luxo despojado sobe o morro

Bruno Agostini - 06/10/2008

 Eu sei que demorei. Mas deu para ver que os últimos foram bem corridos, né? Ainda nem consegui sentar para escrever o texto do Domenico, que já visitei há 15 dias. Mas vamos, enfim, ao novo hotel de Santa Teresa.

Como não é novidade par ninguém, Santa Teresa, de uns dois ou três anos para cá, começou o que parece ser um irrefreável processo de sofisticação. Primeiro uma pousadinha bacanérrima aqui, depois outra ali. Bons restaurantes sempre houve, mas não tantos, nem tão arrumadinhos, como o Ásia. Isso é ótimo para cidade, porque investimentos como o novo hotel Santa Teresa, de alguns milhões de dólares, além de gerar empregos necessariamente trazem segurança (seja pública ou privada) para a área. Para um lugar atormentado pelos bandidos, como Santa, é sensacional.
 O hotel vai fazer muita gente boa subir o morro. Instalado no antigo Hotel dos Descasados, propriedade famosa (e tombada) no bairro, pertinho do Largo dos Guimarães, tem uma grande jardim, com árvores antigas e um belo paisagismo recente. A piscina bem iluminada à noite fica num terraço que tem um dos mais lindos panoramas da cidade, compartilhada pelo restaurante Térèze, logo abaixo, todo envidraçado. Com uma vista daquelas, a luz de velas criando o clima, acho que logo será um dos endereços mais românticos do Rio. Resta ver se a comida estará à altura. Dia desses eu pinto lá para conferir, como pediu o Guilherme. As fotos no site são apetitosas. A adega é bem bonita, no meio do salão. Ainda nesta parte de baixo há um spa e bar charmoso com baldes de espumante a gelar. Fiquei imaginando como seria incrível numa daquelas tardes agradáveis de inverno, quando o sol se põe iluminando esta face de Santa Teresa, em como deve ser delicioso ficar ali em cima, na piscina, bebericando umas flûtes, jogando conversa fora e vendo o dia morrer: “Ei, sabe se as pessoas que não estiverem hospedadas no hotel vão poder vir aqui até a piscina beber um espumante e curtir o pôr-do-sol?”, perguntei ao garçom. “Pelo que me passaram, sim”. Eba! 
 O hotel tem aquelas coisas legais que estão na moda hoje em dia, ainda bem. A mão-de-obra é quase toda local, com jovens das comunidades no entorno. Já o alto escalão dos funcionários foi convocada dos quadros de lugares como o Fasano.
 Os 44 quartos, com várias arrumações e tamanhos distintos, são grandes e despojados, com um estilo meio fazenda meio cidade de praia, com muitas flores e predominância do branco, nos tecidos, e da madeira e do vidro, no acabamento. É aquela coisa toda, a tal da bem-vinda sustentabilidade. As madeiras são certificadas, muito material foi reaproveitado da antiga construção, a matéria-prima brasileira foi privilegiada, o projeto contempla reaproveitamento de água e de luz natural. Ótimo, é assim que deve ser.
 Pena que eu não sou um turista de passagem pelo Rio. Fosse, ficaria tentado a investir R$ 475 numa diária na suíte mais baratinha (a chamada Deluxe Panorâmica custa R$ 2.500. Ui).
 E eu fico daqui torcendo para tudo dar certo: a revitalização de Santa Teresa, o restaurante, o hotel, tudo isso. E que venham outros.

 E aproveito para deixar um link para o texto de Joaquim Ferreira dos Santos hoje no Segundo Caderno de O Globo. Leiam, passem adiante.
 Joaquim, obrigado por dizer de maneira tão bonita tudo aquilo que este blog pensa mais não sabe expressar.
 

Na foto, a vista da piscina à noite. Imagine ver o dia se transformar nesta imagem, sentado à beira da piscina com uma boa companhia e uma taça de espumante.


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Duelo gastronômico Rio x São Paulo

Bruno Agostini - 05/10/2008

 Sei que o assunto é polêmico e já rendeu acaloradas discussões, mas vamos em frente. A revista de Domingo do JB de hoje traz na capa uma matéria – editada por paulistas, é bom que se diga – que defende a tese de que se come melhor no Rio que em São Paulo. Eu já estava há um tempo para tratar do tema aqui desde o lançamento do Guia Brasil 2009, que consagrou esta teoria, mas fui adiando, adiando, adiando, até que o JB fez primeiro a pauta.
Nem vou me alongar muito, mas concordo inteiramente com esta tese. Acho que, sim, o serviço de São Paulo é melhor que o do Rio – que anda muito mais cortês desde que paulistas como Fasano, Ráscal, Bráz e alguns outros se mudaram para cá. Acho também que em São Paulo é mais fácil se encontrar excelentes ingredientes, para felicidade dos chefs. Mas, na hora de falarmos dos grandes restaurantes, o Rio está na dianteira. Basta ver o Guia Brasil 2009. Temos cá quatro restaurantes três estrelas, o Olympe, o Le Pré Catelan, o Antiquarius e a Locanda della Mimosa. São Paulo, apenas dois, o Fasano e o DOM. O Gero do Rio é melhor que o de São Paulo. E o Fasano al Mare tem uma proposta interessantíssima de pratos italianos com acento mediterrâneo, apresentando, ainda, os clássicos todos do Fasano, ou seja, é mais completo que o dos Jardins. Foi o Rio o lugar que acolheu os grandes chefs franceses que vieram para o Brasil a partir da década de 70. Isso revolucionou a cozinha brasileira. E o Antiquarius daqui é bem melhor que o da outra ponta da Dutra, isso ninguém discute. Repare ainda nas cidades serranas do Rio, Teresópolis e Petrópolis, por exemplo, como há mais restaurantes estrelados nelas do que em Campos do Jordão. Faça o mesmo com Búzios e Paraty confrontando com Ilhabela e Ubatuba. Não é difícil perceber que o Rio tem melhores restaurantes. São Paulo tem volume, quantidade. O que não é de se estranhar, tem mais que o dobro de habitantes. Mas quando se fala apenas de qualidade, o Rio está na frente.
 Além dos restaurantes top, no quesito botecos o Rio dá um banho, penso. Nossos botequins estão anos-luz à frente dos de São Paulo, a começar por serem autênticos, não imitações. Como diria o Moacyr Luz, nossos botecos não têm tomate seco e mussarela de búfala, por isso, entre outras coisas, são mais botecos. E o Moa é uma sumidade quando o assunto é bar, certo?   
 É claro que se come bem em São Paulo, muito bem. Mas no Rio se come melhor. Essa é a minha opinião. E você pode discordar.  


 E já que estamos falando de comida... Já fui e posso falar. O Boodah Lounge Sushi, aqui em Ipanema, na Teixeira de Melo, é muito bom. Pequenino, acaba de abrir as portas com um cardápio muito interessante, que traz todas aquelas coisas orientais que existem em qualquer endereço (guiozas, sushis, sashimis, temakis etc etc etc) e mais algumas bossas, como as duplas de vieiras, foie gras, a cauda de lagosta com broto de bambu. O rodízio custa R$ 35 e vale a pena.
O serviço é muito cordial e, para a primeira semana, está ok, sem reparos a fazer. Vi chegar um carregamento de atum, daqueles de boa procedência e fresquinhos, de coloração arroxeada, bem escura. Ver um restaurante receber peixes no sábado significa muita coisa para mim: que eles trabalham com matéria-prima fresca, importantíssimo em qualquer restaurante, mas ainda mais nos japoneses. Pelo que sei, são raros os restaurantes que recebem mercadorias nos fins de semana. Ou não?
 Uma coisa legal é que eles servem o menu executivo até às 20h. “É para pegar a turma que sai do trabalho ainda com fome”, me diz o dono. Me pergunto: como ninguém havia pensado nisso antes? Os cardápios, com até cinco pratos, custam, se não me falha a memória, entre R$ 23 e R$ 28, com seqüências bem razoáveis de pratos por este preço.
 
E, para terminar, devido à urgência do assunto de hoje, o Hotel Santa Tereza ficou para amanhã, ok?

Bom domingo a todos.

Um abraço

Na foto, os guiozas do Boodah.


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O melhor do Rio

Bruno Agostini - 04/10/2008

Gente, foi mal aê pelo atraso. Mas ontem não deu para postar nada. O hotel de Santa Tereza vai ficar para amanhã. Hoje falemos da edição da Vejinha Comer & Beber 2008/2009. Na quinta teve festa no MAM para a entrega dos prêmios. Achei de uma maneira geral bem justo o resultado, discordando de umas duas ou três categorias, de uma maneira geral. Gostei, em especial, da indicação do Rolland Villard como melhor chefe. Nas minhas últimas visitas, achei a cozinha dele insuperável aqui no Rio: técnica perfeita, ingredientes excelentes e criatividade com ousadia, mas sem invencionices. Também achei muito justa a homenagem a Danio Braga, sujeito tão importante na gastronomia carioca, fundador da ABS e da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, um agitador nesta área. Se hoje nós comemos e bebemos muito melhor que no começo da década de 80, devemos muito a ele, sem dúvida. Outro troféu que eu destaco é o do Marcelo Torres. Ele é dono do Laguiole, dos quatro Giuseppe (Grill, do Centro e do Leblon, o Cucina e o original, no Centro) e do Zozô. Vou reproduzir o texto da Vejinha sobre as casas de Marcelo: “Todas com a mesma receita infalível: cozinha de qualidade, serviço eficiente e ambiente de bom gosto”. E eu acrescento ainda mais um detalhe importante, o cuidado com o vinho. A adega mais linda da cidade é a do Giuseppe Grill do Leblon. E a coleção de rótulos do Laguiole é, se não a melhor do Brasil, uma das cinco mais. Muito feliz me deixou também o prêmio que o Nao Hara, do Shin Miura, ganhou: melhor japonês. Os esqueminhas (pequenas porções de vários pratos criativos que mesclam influências orientais e européias) são uma das melhores coisas para se comer aqui no Rio. Também gostei de o Bar Brasil ter ganho como melhor chope. Vamos colocar este boteco para cima. Nas minhas últimas visitas, achei meio vazião, enquanto botecos medíocres das redondezas “onde a molecada come empada requentada”, como diz o meu amigo Juarez Becosa, vivem lotados. Vai entender os jovens... Ah, sim: e de fato o chope do Bar Brasil é o melhor do Rio. Ainda mais agora, que o Bar Luiz vai servir chope da Sol. O fim do mundo só pode estar próximo.
Outro prêmio justíssimo foi o de melhor cozinha para o Aconchego Carioca, boteco escondido na Praça da Bandeira que vim a conhecer pelas mãos do Nelson Vasconcelos, com a ilustre companhia da Claudia Amorim e da Luciana Brum, durante o Comida di Buteco. O quitute concorrente, um bolinho de feijoada recheado com couve e torresmo e servido com batidinha de limão, é digo de antologia da gastronomia brasileira, talvez a melhor reinterpretação deste prato jamais feita.  E, embora eu tivesse votado no Garcia & Rodrigues, fiquei alegre demais da conta, sô, com o resultado do prêmio de melhor café-da-manhã: Da Casa da Tatá. Esta lojinha na Gávea é uma das melhores maneiras de se começar o dia no Rio, comendo como se estivéssemos na fazenda. Eu adoro.
Agora, a listinha com todos os contemplados.

Personalidade gastronômica: Danio Braga

Restaurantes
Chef revelação: Thomas Troisgros (66 Bistrô)
Chef do ano: Roland Villard (Le Pré Catelan)  
O melhor asiático: Sawasdee Bistrô
O melhor brasileiro: Siri Mole & Cia.
A melhor carne: Esplanada Grill
A melhor carne/rodízio: Porcão
A melhor cozinha contemporânea: Roberta Sudbrack
O melhor francês: Olympe
O melhor italiano: Gero
O melhor japonês: Shin Miura
A melhor cozinha de peixes e frutos do mar: Satyricon  
A melhor pizza: Capricciosa
O melhor português: Antiquarius  
O melhor variado: Quinta
Bom e barato: Amir
A melhor carta de vinhos: Terzetto
Restaurateur do ano: Marcelo Torres (Grupo Best Folk)

Bares
O melhor boteco: Jobi
A melhor carta de drinques: Miam Miam
O melhor chope: Bar Brasil
A melhor cozinha: Aconchego Carioca
O melhor fim de noite: Nova Capela
A melhor happy hour: Bracarense
A melhor música ao vivo: Trapiche Gamboa
O melhor da orla: Bar Urca
O melhor para ir a dois: Caroline Cafe
O melhor para paquerar: Braseiro da Gávea
O melhor quiosque: Palaphita Kitch

Comidinhas
O melhor café expresso: Café Aquim
O melhor pão: Escola do Pão
O melhor café-da-manhã: Da Casa da Táta
O melhor chocolate: Envidia
O melhor doce: Le Pain du Lapin
A melhor torta: Kurt
O melhor salgado: Bracarense
O melhor sanduíche: Talho Capixaba
 O melhor hambúrguer: Joe & Leo's
O melhor sorvete: Mil Frutas
O melhor suco: BB Lanches
O melhor temaki: Koni Store

Na foto, o grupo de chorinho que animou a premiação.


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