
Canyoning
"Brotas é a cidade ideal para os iniciantes. Lá, o volume de água não é grande e os rios são rasos. As fazendas possuem plataformas de treinamento, onde são simuladas descidas de corda. Essa é uma boa forma de perder o medo e aprender a confiar nos equipamentos. É indicado praticar canyoning em grupos de três a 20 pessoas. É preciso gostar de água e não ter problemas com altura. O canyoning é um percurso longo por rios acidentados, no qual o praticante irá andar, nadar e fazer rapel em cachoeiras. Envolve uma série de técnicas. O mais importante é contratar uma empresa que tenha referências. Informe-se em lojas, sites e revistas especializadas. Dê preferência às agências que possuem seguro de vida e não procure a mais barata. Assim como em qualquer outra profissão, existem muitos picaretas - só que, nesse caso, você pode economizar grana e pôr sua vida em risco."
Carlos Zaith, pioneiro do canyoning no Brasil e proprietário da agência H2Omem, em Brotas
Mergulho
"Comece com um bom curso. Procure uma escola que tenha certificado reconhecido mundialmente, como o Padi (Professional Association of Diving Instructors), e que tenha uma piscina adequada. No mergulho livre usam-se máscara, snorkel e nadadeiras. Porém, você não verá as belezas do fundo do mar. Já no mergulho autônomo, com cilindro, uma pessoa com um curso básico pode chegar a 18 metros de profundidade. Dessa forma, o mergulho acaba sendo mais parecido com turismo debaixo d'água do que com um esporte, pois não exige esforço físico e a adrenalina é causada pelo que se vê. O principal risco é perder a consciência e se afogar. Nunca mergulhe sozinho, procure sempre um guia e cuide do meio ambiente."
Gabriel Ganme, mergulhador, dono da escola de mergulho Diving College

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