Até a queda do apartheid, a República da África do Sul (ZAR - Zuid-Afrikaansche Republiek, ou South African Republic) era dividida como nos tempos coloniais: em quatro grandes províncias. Nelas, só os brancos podiam morar. Os negros, 75% da população, espremiam-se em exíguas e desestruturadas regiões, as Homelands (que ocupavam 13% do território sul-africano). Quando Nelson Mandela assumiu o comando do país, em 1994, a divisão passou a ser a atual, com os 43 milhões de habitantes liberados para morar em qualquer uma das nove províncias: Guateng (capital: Johannesburgo), North-West (capital: Mafikeng), Limpopo (capital: Polokwane), Mpumalanga (capital: Nelspruit), Kwazulu-Natal (duas capitais: Pietermaritzburg e Ulundi), Free State (capital: Bloemfontein), Northern Cape (capital: Kimberley), Western Cape (capital: Cidade do Cabo), Eastern Cape (capital: Bisho). São três as capitais da África do Sul: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa), Bloemfontein (judiciária). A força-motriz da economia gira em torno de Johannesburgo - economia que mescla padrões de primeiro e terceiro mundos. O presidente Thabo M. Mbeki, reeleito este ano, governa um país que cresce e tem grande potencial, mas ainda tem muito a superar em termos de desigualdades - social e ideológica.
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Por: Bettina Monteiro |
Foto: Divulgação/Rovos Rail
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Viagem e Turismo