Austrália com a família
Eu, meu marido e nossa filha de 6 anos consideramos ir para a Austrália em janeiro. O que você acha, Cris? — Ana Quinhões, Rio de Janeiro, RJ
Eu acho que ela vai amar os bichos esquisitos que existem por lá, Ana! Por isso, não deixaria de levá-la ao Currumbin Wildlife Sanctuary, em Queensland, onde cangurus e coalas ficam soltos pelo parque (ela vai gostar de ganhar uma câmera para tirar as próprias fotos!). Passaria quatro dias em Sydney para aliviar a longa viagem de avião, visitando o Jardim Botânico, o Zoológico Taronga e a Bondi, a praia mais famosa (se quiser uma fora do circuito turístico, procure a Parsley Bay, no bairro de Vaucluse). O mergulho na Grande Barreira de Corais, em Cairns, é inesquecível. Mas até lá, desde Sydney, são 2 730 quilômetros - e mais duas horas de barco; portanto, reserve pelo menos três dias. Uma viagem legal para a família é alugar uma campervan (em janeiro, desde 82 dólares por dia na locadora Britz, britz.com.au), um veículo-casa mais barato e compacto que o motorhome e mais ágil que o trailer, e percorrer parte do litoral. As estradas são boas, e a estrutura de campings é de primeira. Só calcule direitinho: as distâncias são longas na Austrália, e seguir de uma cidade a outra pode tomar metade do seu dia.
Europa no inverno
Austrália com a família
Seguro-viagem
Noite em Buenos Aires
Sou professor de danças de salão e irei com 30 pessoas para Buenos Aires. Tem dicas para a noite? — Marcelo Ferreira, Rio de Janeiro, RJ
Os jantares com shows de tango são a melhor introdução (até porque a balada lá começa tarde). O mais chique é o do hotel Faena (Calle Martha Salotti, 445, 54/4010-9000, faenahotelanduniverse.com; US$ 200, com jantar, champanhe e vinho), em Puerto Madero, que acontece em um cabaré ambientado como nos anos 1930. No bem mais acessível Bar Sur (Calle Estados Unidos, 299, San Telmo, 54/4362-6086; US$ 57, com jantar), os dançarinos se apresentam entre as mesas e as cantoras são da velha-guarda. A noite mais fervida ocorre nas boates da Costanera, no bairro de Palermo. Mas seus alunos devem preferir as tradicionais milongas (a dica é chegar com o grupo antes para pegar uma aulinha). No centro, o baile da Confitería Ideal (Calle Suipacha, 380, 54/5265-8069, confiteriaideal.com) já apareceu no filme Evita. O Club Gricel (Calle La Rioja, 1180, San Cristóbal, 54/4957-7157; 2a 20h30, 5a 20h, 6ª 22h30, sáb 23h, dom 21h) tem ótimo piso de madeira. A milonga dominical do Centro Cultural Torquato Tasso (Calle Defensa, 1575, San Telmo, 54/4307-6506, torquatotasso.com.ar;
22h) é gratuita.
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Noite em Buenos Aires
Seguro-viagem
Vou ficar 27 dias nos Estados Unidos. Preciso adquirir um seguro-viagem? Ficarei na casa de uma amiga americana, e ela acha desnecessário. — Eliane Lordello, Vitória, ES
O seguro-viagem dá assistência médica e muitos outros serviços ao viajante, como deslocamentos e proteção para bagagem. Em alguns países europeus, como a França, ele é obrigatório (com cobertura mínima de 30 000 euros). Não é o caso dos EUA. No entanto, eu acho recomendável. A assistência médica americana é caríssima. Não há rede pública hospitalar como aqui. E os hospitais chegam a cobrar 500 dólares só para colocar seu nome na ficha de atendimento! Contrate uma boa cobertura (os planos básicos cobrem 10 000 dólares de despesas, mas uma cirurgia por lá não custa menos de 20 000). Só cuidado para não jogar dinheiro fora: se você tiver cartão internacional, cheque se ele já não oferece o seguro-saúde.
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